Binswanger: Zona Descentralizada registra absorção líquida de escritórios superior à da Zona Centralizada na capital paulista
Por Pedro Gil


Vista aérea da cidade de São Paulo com o Edifício Copan ao centro (Prefeitura de São Paulo/Divulgação).
A absorção líquida – diferença entre contratações e devoluções de áreas – de escritórios comerciais dos padrões A+ e A da Zona Descentralizada superou a da Zona Centralizada, na cidade de São Paulo, no terceiro trimestre, de acordo com levantamento da Binswanger Brazil.
Na Zona Descentralizada, houve absorção líquida de 35 mil metros quadrados, enquanto a da Zona Centralizada foi de 18 mil metros quadrados.
No terceiro trimestre, a região Descentralizada respondeu pelas três maiores locações registradas, segundo a Binswanger. A Arrise iGaming contratou 11 311 metros quadrados no edifício Julieta, na Chácara Santo Antônio; o Quinto Andar locou 7 073 do Arquipeo, na Vila Leopoldina; e a Regus fechou o aluguel de 7 041 metros quadrados da Torre B do EZTower, na Chucri Zaidan.
Apesar da atratividade crescente de prédios da Zona Descentralizada, essa ainda é a região da capital paulista com maior vacância, de 20,3%, ante 11% na Zona Centralizada, de acordo com a Binswanger.
Já os preços médios pedidos por metro quadrado nessas regiões Descentralizada e Centralizada, estão em R$ 80,12 e R$ 190,38, respectivamente. O valor de locação pedido na Zona Centralizada é recorde.